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  31 de dezembro de 1969

O TSUNAME QUE NÃO VIROU MAROLA


O TSUNAME QUE NÃO VIROU MAROLA                                                                                                                          
José Carlos Buch

Os fatos marcantes da história são normalmente determinados  pelo emprego dos advérbios “antes” e “depois”. Assim, fala-se  na época AC. e DC;  período antes e depois do crash de 1.929;  antes e depois da segunda guerra mundial(1.945);  antes e depois do atentado terrorista de 11 de setembro de 2001 e, pra quem acha que estava faltando mais um divisor de águas, ou melhor, um divisor de épocas,  eis que estamos diante da maior crise financeira  dos últimos cinqüenta anos tendo os EUA, em plena campanha para a escolha do novo presidente, como vilão da história. Muitos analistas acreditam que o mundo não será o mesmo, mesmo depois de superada a crise que promete não ser curta.  Quem apostou no real forte e subestimou o dólar se deu mal; quem apostou no boom da bolsa de valores, esperando ganhos estratosféricos como os verificados ano passado, também quebrou a cara e, quem investiu em aplicações financeiras mais conservadoras, tipo  CDI, CDB, Fundo Cambial e poupança,  em princípio, não tem por que reclamar.  De todo o modo, embora nenhum analista da mídia tenha recomendado, a sugestão de um ex diretor da Bolsa, com mais de trinta anos de experiência nesse mercado, é investir agora no PIBB, sigla desconhecida para nós leigos que compreende num fundo administrado pela Caixa Econômica Federal e que reúne as ações das cinqüenta mais importantes empresas brasileiras de capital aberto. A recomendação é aplicar em torno de 20% dos investimentos e aguardar a recuperação da Bolsa que deverá ocorrer a médio e longo prazo quando, segundo esse analista, o valor investido poderá até dobrar. Se a crise perdurar tal como se preconiza, por mais de um ano,  quem dispor de dinheiro, tenderá a fazer bons negócios comprando ativos que tenderão a se tornar depreciados, principalmente imóveis.  Para aqueles que pensam em comprar no crediário, cuidado, o momento se revela inadequado em face elevação sistemática das taxas de juros e dinheiro curto na praça. Enfim, diferentemente do vaticinado pelo nosso governo, presidente Lula e Ministro Mantega à frente, a blindagem do nosso país não foi suficiente para conter o tsuname transformando-o em um uma simples marola, por uma razão muito simples, que os nossos sábios governantes não deveriam ignorar – New York, ainda continua sendo a capital financeira do mundo. Ignorar esse fato é o mesmo que tentar proteger o nosso país da crise com uma cortina de fumaça ou de vento, o mesmo vento que vai demorar um pouco para soprar favoravelmente e renascer nos trópicos.              P.S. Em nosso artigo “Voto não preço, tem conseqüência”, publicado neste espaço no dia 10 de setembro, prevíamos que o mínimo de 50% dos votos válidos seria destinado ao candidato eleito prefeito; 35% no máximo ao segundo colocado e os 15% remanescentes, aos dois últimos candidatos. Felizmente não decepcionamos nossos leitores(não confundir com eleitores). A intuição vale mais do que pesquisas compradas!  

advogado tributário

www.buchadvocacia.com.br                                       colaborador do Notícia da Manhã

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