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  19 de setembro de 2014

SESSÃO SOLENE IMAGINÁRIA DA CÂMARA – PARTE IX


SESSÃO SOLENE  IMAGINÁRIA DA CÂMARA – PARTE IX

                                                                  José Carlos Buch

(Este é um artigo de ficção. Seu único propósito é enaltecer e homenagear os vereadores e pessoas que ajudaram a escrever a história do poder legislativo da  cidade. Em memória de todos os nomes citados).

Finalmente, o presidente observou que antes do bloco final, seria concedida a palavra ao último vereador inscrito, professor Gerson José de Camargo Gabas, que foi presidente da casa em 1981/1982. Gerson começou sua fala dizendo que ao adentrar a casa lembrou-se de cada detalhe da disposição dos móveis, da mesa dos trabalhos, da tribuna e mesas dos vereadores e anotou que o mobiliário continuava igual. Observou que o sistema de ar condicionado assim como o sistema de som haviam sido substituídos e a galeria de ex-presidentes, obviamente, atualizada com os que o sucederam. Disse-se muito orgulhoso com o sucesso dos veículos de comunicação (jornal, rádio, TV a cabo),  por ele deixados e que a família: Marina, Mara e Rodrigo  estavam dando continuidade com muita competência e determinação, sempre fiéis ao compromisso por ele traçado de fazer de Catanduva uma cidade bem informada, divulgando os acontecimentos da cidade, do país e do mundo e  apoiando sempre, os bons projetos e os  acertos da administração pública, sem perder a liberdade de criticar, quando necessário e sem abrir mão da independência e comprometimento com a verdade. Afirmou que estava com muita saudade da tribuna e principalmente de muitos amigos, colegas de partidos e adversários os quais não os via há muito tempo. Destacou que havia estado recentemente visitando o vereador Altino Rossi(presidente 1975/1976) e tiveram a oportunidade de por a prosa em dia revivendo momentos marcantes da vida política da cidade. Disse-se perplexo com certas medidas administrativas que não vinham ao encontro dos interesses do povo, mas ressaltou  que a cidade estava bonita e preparada para crescer,  sem perder a sua identidade de cidade acolhedora e fidalga, o que a diferenciava das demais. Salientou  que tem estado com frequência com o amigo Gerson Sodré e se reunido de vez em quando com o também amigo José Del Vechio, que era gerente atuante do Banco Nacional. Ao fixar o olhar na sua foto estampada na galeria de ex-presidentes, lembrou-se com saudade dos velhos tempos em que os embates e as discussões sobre o interesses da cidade se sobrepunham aos interesses pessoais e fazer política, diferentemente  de hoje,  era um sacerdócio, um ato de amor à cidade e ao povo. Ao encerrar congratulou-se com o presidente e secretário e com  todos os oradores que o antecederam nominando-os um a um, agradecendo a oportunidade de falar para tão dileto público, numa noite tão especial. Ao todo, mais de quatro dezenas de vereadores se faziam presentes, muitos sequer haviam se conhecidos em vida; outros, de tempos mais recentes, não tinham sequer nascidos ou   eram crianças quando alguns das antigas haviam exercido seus mandatos. A reunião,  mais do que uma sessão solene, na verdade marcou um encontro de gerações, onde diferentemente das outras sessões, o que foi tratado não dizia respeito a projetos de lei, nem tampouco qualquer cobrança ou críticas ao poder executivo. Também não houve pinga fogo e os apartes não existiram. Na verdade, o objetivo dos seus idealizadores que era o de fazer do encontro uma sessão de confraternização e congraçamento,  abrindo espaço para que cada um dos presentes pudesse rememorar seus feitos; homenagear colegas; dizer das suas experiências em vida na terra e agora  convivendo num outro plano e, até  mesmo deixar sugestões  para os atuais ocupantes das cadeiras do legislativo, foi atingido. Já se aproximava das 22h00,  quando o presidente solicitou a todos para que se postassem atrás e próximos da mesa da presidência para um foto oficial que seria feita pelo fotógrafo especialmente convocado  José Matsumura e repórteres fotográficos da imprensa. Finalmente o presidente informou ter sido cumprida a  pauta  e declarando encerrada a sessão. Cumprimentos e abraços foram  registrados pelas câmeras do experiente fotógrafo contratado e demais fotógrafos presentes com   os locutores e repórteres das duas emissoras presentes procurando entrevistar o maior número possível de vereadores, às vezes dois simultaneamente. Aos poucos em pequenos grupos os vereadores começaram a se dirigir à pé até o restaurante “A Cabana”, escolhido para  o jantar de confraternização, onde não faltariam: o chopp Brahma no ponto, a água mineral Ibirá, o guaraná Paulista, o vinho espanhol Canchales e,  como pratos – entrada: salada de tomate, cebola e azeitonas;  pratos principais(3 opções): carneiro recheado,  magistralmente preparado pelo Jorge,  filé a parmegiana e, é claro,  o tradicional lombo no espeto, arroz e farofa; sobremesa: o saborosíssimo sorvete de massa feito pela Cedal e o cafezinho de coador(Cafeara). Com o jantar de confraternização a sessão solene imaginária chegou ao fim. O que rolou no jantar? Bem esse é assunto para ser descrito em outra oportunidade! (final)

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